Archive for category Doenças

Gripe Suína, o que é ?

A gripe suína ou gripe porcina é uma doença causada pelo vírus H1N1, uma combinação das cepas dos vírus suíno, aviário e humano. A contaminação se dá do porco contaminado ou objetos contaminados para o humano. A OMS preocupa-se, particularmente, com a capacidade de o vírus se transmitir de homem para homem. Todos os casos constatados no México procedem do contágio humano, segundo o ministério mexicano da Saúde.Em 2009, em meio à um quase surto da doença, o governo mexicano anunciou 26 mortes confirmadas causadas pelo H1N1 e 1600 casos suspeitos o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar que a doença é uma “emergência na saúde pública internacional”, e ter grandes chances de se tornar uma pandemia.

Forma de contágio

  • O vírus da gripe suína tipicamente afecta porcos, não humanos. A maioria dos casos ocorre quando pessoas têm contacto com porcos infectados ou objetos contaminados circulando entre pessoas e porcos.
  • Porcos podem ser infectados por gripes humanas ou aviárias. Quando um vírus da gripe de diferentes espécies infecta porcos, eles podem se misturar dentro do animal e novos vírus mutantes podem ser criados.
  • Porcos podem repassar vírus mutantes de volta para humanos e eles podem ser transmitidos de humanos para humanos. A transmissão entre humanos é mais difícil do que em uma gripe convencional.
  • Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Cozinhar a carne de porco a 71 graus Celsius mata o vírus da gripe suína.

Sintomas

Assim como a gripe humana comum, a suína apresenta os sintomas: febre, cansaço, fadiga,dores pelo corpo e tosse. Existe vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizadas pelos humanos. De acordo com a OMS, o medicamento antiviral oseltamivir, em testes iniciais mostrou-se efetivo contra o vírus H1N1.

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Como Se Prevenir Da Febre Amarela

A febre amarela é uma doença infecciosa causada por um flavivírus (o vírus da febre amarela), para a qual está disponível uma vacina altamente eficaz. A doença é transmitida por mosquitos e ocorre exclusivamente na América Central, na América do Sul e na África. No Brasil, a febre amarela é geralmente adquirida quando uma pessoa não vacinada entra em áreas de transmissão silvestre (regiões de cerrado, florestas). Uma pessoa não transmite febre amarela diretamente para outra. Para que isto ocorra, é necessário que o mosquito pique uma pessoa infectada e, após o vírus ter se multiplicado, pique um indivíduo que ainda não teve a doença e não tenha sido vacinado.

Transmissão

A transmissão da febre amarela pode ocorrer em áreas urbanas, silvestres e rurais (“intermediária”, em fronteiras de desevolvimento agrícola).As manifestações da febre amarela não dependem do local onde ocorre a transmissão. O vírus e a evolução clínica são idênticos. A diferença está apenas nos transmissores e no local geográfico de aquisição da infecção.

A transmissão da febre amarela em área silvestre é feita por intermédio de mosquitos do gênero (principalmente) Haemagogus. O ciclo do vírus em áreas silvestres é mantido através da infecção de macacos e da transmissão transovariana no próprio mosquito. A infecção humana ocorre quando uma pessoa não imunizada entra em áreas de cerrado ou de florestas. Uma vez infectada, a pessoa pode, ao retornar, servir como fonte de infecção para o Aëdes aegypti, que então pode iniciar a transmissão da febre amarela em área urbana. Uma pessoa pode ser fonte de infecção para o mosquito desde imediatamente antes de surgirem os sintomas até o quinto dia da infecção. O Aëdes aegypti torna-se capaz de transmitir o vírus da febre amarela 9 a 12 dias após ter picado uma pessoa infectada. Durante a gestação, embora não seja comum, pode ocorrer transmissão para o concepto através da placenta, o que também é observado em infeccções causadas por outros flavivírus (como o dengue).

No Brasil, a transmissão da febre amarela em áreas urbanas não ocorre desde 1942. Em áreas de fronteiras de desenvolvimento agrícola, pode haver uma adaptação do transmissor silvestre ao novo habitat e ocorre a conseqüente possibilidade de transmissão da febre amarela em áreas rurais (“intermediária”). Em áreas urbanas, o Aëdes albopictus é um transmissor potencial, embora ainda não tenha sido definitivamente incriminado como vetor da febre amarela. O Aëdes aegypti (principalmente) e o Aëdes albopictus proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitações (casas, apartamentos, hotéis), em recipientes que acumulam água limpa (vasos de plantas, pneus velhos, cisternas etc.). O Aëdes aegypti e o Aëdes albopictus (comprovadamente) também transmitem o dengue. Ambos picam durante o dia, ao contrário do mosquito comum (Culex), que tem atividade noturna.
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Meningite

A meningite é uma inflamação das meninges, incluindo a pia-máter e a membrana-aracnóide, e do líquido cefalorraquidiano (LCR). Apesar de a causa mais comum ser infecciosa (através de bactérias, vírus ou mesmo fungos), alguns agentes químicos e mesmo células tumorais poderão provocar meningite.

A meningite bacteriana é uma doença grave, que deve ser tratada como uma emergência clínica. Pacientes que recebem o diagnóstico e o tratamento adequado têm um bom prognóstico (cerca de 90% de chance de cura).

Etiologia

As bactérias são sem dúvida os agentes etiológicos mais importantes na meningite. Diversas espécies bacterianas têm capacidade de invadir a barreira hemato-encefálica, sendo que as mais importantes são:

  • Estreptococos beta-hemolíticos do grupo B: um grupo de cocos Gram positivos que causa meningites em recém nascidos (crianças com menos de um mês de idade)
  • Haemophilus influenzae: um bacilo Gram negativo responsável por causar a maioria das meningites em lactentes com 1 mês a dois anos de idade. Era o maior causador da meningite antes da instalação de programas de vacinação, que foram muito eficientes em reduzir esses casos.
  • Streptococcus pneumoniae: um coco Gram positivo, o mesmo causador de muitas pneumonias, que causa meningite em pacientes de todas as idades, principalmente em idosos e portadores do HIV.
  • Neisseria meningitidis: também conhecido como meningococo, esse coco Gram negativo causa meningites em todas as idades. é conhecido por causar infecções em surtos, ou seja, grandes freqüências de infecções numa comunidade num curto espaço de tempo. Afeta comumente prisioneiros, recrutas militares e têm causado surtos entre os fiéis muçulmanos em sua peregrinação anual a Meca. Existem várias cepas imunológicas distintas do meningococo, porém os grupos A, B e C são os mais importantes.
  • Listeria mocytogenes: bacilo Gram positivo que frequentemente causa meningite em idosos, portadores do HIV, transplantados e pacientes com câncer, mas também pode afetar crianças pequenas.
  • Agentes etiológicos menos comuns incluem: Staphylococcus aureus, Escherichia coli e Klebsiella sp.

Saber a etiologia de uma meningite é fundamental para aplicar o tratamento adequado.

Fisiopatologia

Experimentos indicam que a septicemia (circulação de bactérias no sangue) é o principal mecanismo de infecção das meninges. O meningococo, os estreptococos e outros agentes podem atravessar a barreira hemato-encefálica quando estão viáveis na circulação sangüínea. As bactérias também podem entrar diretamente pelo trato respiratório (estreptococos do grupo b) ou por fraturas cranianas (S. aureus)
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Os Benefícios da Graviola

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA

Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Magnoliales
Família: Annonaceae
Género: Annona
Espécie: A. muricata

INFORMAÇÕES

A graviola não é, como muitos pensam, um fruto típico do Brasil. Ele é originário da região das Antilhas.

A árvore da graviola possui um porte pequeno, atingindo, aproximadamente, 5 metros de altura.

No Brasil é produzida, principalmente, na região Nordeste.

Necessita de clima úmido para se desenvolver adequadamente.

As árvores produzem o fruto durante todo o ano, portanto não existe época definida como é o caso de outros frutos.

Possui um formato oval, sendo que a casca apresenta cor verde. A casca não é lisa, pois apresenta pequenas elevações (“espinhos”) de cor escura. No aspecto de sabor assemelha-se muito com a fruta do conde.

A parte interna é formada por uma polpa branca de sabor suavemente adocicado. Apresenta também, em sua parte interna, uma grande quantidade de semente na cor preta.

Em média, uma graviola pode atingir de 1 a 2 quilos. Porém, há casos de frutos que chegam a 6 quilos.

Por ser uma fruta tropical é muito utilizada na fabricação de sucos.

Possui uma boa quantidade de fibras e de vitaminas.

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Chá de hortelã combate vermes

De acordo com uma pesquisa da UnB, o chá de hortelã é um ótimo remédio para combater vermes. Veja como como escolher a hortaliça e coomo preparar a bebida que também é indicada por farmacêutico.

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