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Conheça Mitos da Beleza Para Você Cuidar do Seu Visual Com Saúde

1- Tomar água em abundância hidrata a pele?

R: A água é essencial para o bom funcionamento do organismo. Mas, sozinha, ela não garante a hidratação da pele.

2- Utilizar autobronzeador faz mal a pele?

R: Eles agem apenas na epiderme (a primeira camada da pele), como se fossem uma tintura. Não causam nenhuma lesão.

3- Usar corretivo de olhos esconde as espinhas?

R: Nada disso. O corretivo é um cosmético denso e contém óleo, que ajuda a espalhar o produto sobre a pele fina e ressecada das pálpebras. Aplicá-lo na acne evidenciará a pele com espinhas.

4- Pintas salientes ou peludas podem se tornar tumores?

R: Em geral, as perigosas são planas e muito pretas (ou com distribuição irregular do pigmento), têm bordas disformes e medem mais do que 0,6 mm. As pintas peludas, na maioria dos casos, não são cancerígenas. De qualquer modo, a avaliação só pode ser feita por um médico.

5- Soro Fisiológico hidrata a pele?

R: A mistura de água e sal é ótima para higienizar as lentes de contato, mas péssima para a pele. Pode provocar o ressecamento pela ação do sal.

6-  Comer gelatina evita a flacidez?

R: Não foi provado. O ideal é adotar uma rotina de exercícios físicos (para fortalecer a musculatura) e uma dieta rica em proteínas, pois os músculos precisam delas para melhorar a sustentação.

7- Saltos altos causam varizes?

R: Não se pode dizer que ele é a causa, mas pode levar ao aparecimento das varizes em quem tem predisposição ao problema, ou agravar as já existentes. Os saltos altos forçam a musculatura das pernas, atrapalhando os músculos na tarefa de impulsionar o sangue em direção ao coração. O resultado é a dilatação das veias, que, quando não voltam a se contrair, acabam ficando azuladas.

8 – A pele oleosa envelhece menos que a seca?

R: A oleosidade protege contra a perda de água pela epiderme. Esse tipo de pele tem, de fato, uma proteção natural, ao passo que a seca precisa de hidratação permanente. Porém, enquanto a seca está mais sujeita ao surgimento de rugas, a oleosa é mais propensa à flacidez, que também é um sinal de envelhecimento.

9- O sol melhora a aparência de uma pele com acne?

R: De imediato, os raios ultravioletas ressecam a epiderme e melhoram o aspecto da acne. Porém, o resultado posterior é uma sensível piora nas espinhas, que ficam mais inflamadas e evidentes, porque o calor ativa as glândulas sebáceas. O conselho dos especialistas é tomar sol fraco, antes das 10h, sempre com protetor solar.

10 – É obrigatório usar hidratante diariamente?

R: Deve prevalecer o bom senso: se uma pele oleosa não apresenta sinais de desidratação, não há por que usar esse produto todos os dias. O que é obrigatório sempre é o uso do filtro solar.

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Enxaguante bucal favorece câncer de boca

O uso de enxaguatórios bucais no Brasil cresceu 2.277% de 1992 a 2007, mostra um levantamento realizado pelo cirurgião-dentista Marco Antônio Manfredini, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), baseado em informações da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. De 2002 a 2007, o aumento foi de 190%.

Para Manfredini, o incentivo ao consumo indiscriminado de enxaguatórios deve ser criticado. “Observamos um grande investimento na indução ao uso do produto. E é importante dizer que, ao contrário da pasta, da escova e do fio dental, o colutório não tem indicação universal. É preciso concentrar a utilização para casos específicos.”

Além de não ser essencial à saúde oral, o uso frequente de enxaguatórios bucais com álcool aumenta os riscos de câncer de boca e da faringe.

Uma revisão científica publicada no fim de 2008 na revista da Academia Dental Australiana compilou estudos do mundo todo que encontraram essa relação.

De acordo com os pesquisadores, há evidências suficientes para aceitar a ideia de que enxaguatórios bucais com álcool contribuem para aumentar a taxa de câncer oral.

Grande parte dos produtos comercializados no Brasil contém álcool. Um estudo brasileiro realizado com 309 pacientes e publicado no ano passado na “Revista de Saúde Pública” também encontrou a mesma associação.

“Algumas marcas chegam a ter 26% de álcool, e há pessoas que usam todos os dias. Hoje existem produtos no mercado sem álcool, que devem ser os escolhidos”, diz o oncologista Luiz Paulo Kowalski, diretor do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital A. C. Camargo e um dos autores do trabalho.

De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), fabricantes são obrigados a informar na embalagem a presença de álcool na composição.

O álcool presente nos enxaguantes contribui para o aumento das taxas de câncer oral de forma similar às bebidas alcoólicas –e sabe-se que o álcool é o segundo fator de risco para a doença, depois do tabagismo, aumentando de cinco a nove vezes os riscos.

“Brinco que a pessoa bebe sem usufruir da parte boa da bebida. O produto tem álcool não porque é um antisséptico, mas porque é um veículo muito eficiente, industrialmente conveniente e muito barato. Por isso as versões sem álcool tendem a ser mais caras”, explica o dentista Alberto Consolaro, professor de patologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP.

O álcool não é um agente causador de câncer isoladamente, mas uma enzima do organismo o transforma em acetaldeído, substância que pode alterar as células da boca e causar tumores na região.

“O problema é usar diariamente o produto, pois o dano constante não dá tempo de as células se repararem. O uso de enxaguatórios bucais [com álcool] precisa ser mais estudado, mas é algo parecido com o que ocorre com o cigarro: quanto mais exposição, maior o risco”, diz Kowalski.

Por isso, dentistas recomendam o uso do produto sem álcool, seja manipulado, seja de marca.

“O produto é um bom auxiliar na limpeza da boca, mas não deve conter álcool. As pessoas acham que um enxágue que queima a boca é melhor, mas produto bom não precisa dar essa sensação. A substância antisséptica não é o álcool”, diz Consolaro.

Indicações

Dentistas recomendam o uso de enxaguatórios após cirurgias, raspagem de dente, casos de alta incidência de cárie, doenças da gengiva e para pessoas que não têm coordenação motora para realizar uma boa escovação.

Para o restante da população, o uso é opcional, apesar de boa parte da publicidade desse tipo de produto sugerir que ele combate mau hálito.

“Do ponto de vista da higiene bucal, não é necessário. Quem tem boa higiene bucal geralmente não tem halitose –e, se tiver, não será o enxaguatório que vai resolver o problema”, afirma Manfredini.

Especialistas ouvidos pela Folha criticam a falta de controle desse tipo de produto por parte da vigilância sanitária. Os enxaguatórios são registrados como cosméticos na Anvisa, e fabricantes de produtos que não contêm flúor, ação antiplaca nem antisséptica não são obrigados a registrá-los –somente notificá-los à agência.

Com informações da Folha Online.

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A Alimentação Correta para Quem já Passou dos 70

Alunos da universidade aberta da terceira idade, no Rio de Janeiro, aprenderam a comer bem, de forma saudável. Uma nutricionista alerta para o perigo de achar que certos alimentos podem curar doenças.

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Os Segredos da Longevidade dos Idosos de Maués

Por dois anos seguidos, auditores da Previdência foram saber se havia mesmo tantos idosos na cidade amazônica. Lá João Rocha, de 99 anos, rema seu barco e capina quatro hectares de terra por dia.

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Exercício ajuda idoso a viver melhor

Sérgio Barghetti, 69 anos, teve três isquemias e um derrame que afetou os movimentos do lado esquerdo do corpo, há dez anos. Depois, apareceram os sintomas do mal de Parkinson, mas ele não se entrega.

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Sabrina Sato da Dicas de Como se Alimentar Com Saúde

A apresentadora aprendeu a valorizar os nutrientes dos alimentos.

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Tenha Cuidado Com As Dietas Rápidas

Estima-se que mais da metade da população adulta esteja com sobrepeso ou obesa, o que torna a obesidade uma epidemia e faz com que seja a segunda maior causa de morte evitável, superada apenas pelo tabagismo.

Com a chegada do verão, entretanto, aumenta a procura por “fórmulas milagrosas” na tentativa de obter um corpo escultural, preferencialmente sem muito sacrifício.

Neste período, portanto, multiplicam-se as dietas de ocasião (dieta do abacaxi, dieta da fruta, dieta da lua, dieta do sol, dieta do atum, dieta da proteína, dentre outras) que prometem perda de peso considerável em um curto espaço de tempo.

“Essas dietas são, em sua maioria, inviáveis ao longo prazo tanto por não oferecerem um equilíbrio dos nutrientes como por serem extremamente restritivas”, alerta o Dr. Reginaldo Albuquerque, endocrinologista da Diagnósticos da América/Dasa.

As dietas radicais conseguem apresentar efeitos quase que imediatos, mas podem causar danos sérios à saúde e resultar no famoso efeito “sanfona” ou efeito “iô-iô”.

Como dificilmente o indivíduo consegue manter uma dieta severa e pouco palatável durante muito tempo e como, normalmente, depois de alcançado o objetivo o indivíduo volta a comer “errado”, invariavelmente o peso perdido e, algumas vezes, até um pouco mais, é recuperado.

Além disso, o emagrecimento rápido, sobretudo quando não associado à prática regular de alguma atividade física, pode trazer problemas estéticos, como estrias e flacidez, além de desânimo ou cansaço, resultados da carência de alguns nutrientes. As dietas com grande restrição de carboidratos, por exemplo, são deficientes em vitamina E, A, tiamina, ácido fólico, cálcio, magnésio e zinco. Já as dietas com restrição de gorduras, costumam ser deficientes em vitamina B12.

Segundo o especialista, a dieta ideal é a balanceada (que contém todos os grupos de alimentos) e deve ser feita sob medida para cada pessoa, respeitando as características de cada um (biotipo, peso, altura, etc). Deve conter, portanto, carboidratos, vitaminas, proteínas, minerais e também as “mal-vistas” gorduras.

As gorduras, ou lipídios, além de fornecer energia ao organismo são fundamentais na absorção de certas vitaminas e na fabricação de elementos vitais para o bom funcionamento do organismo, como os hormônios. Ou seja, o indivíduo que quer emagrecer, deve comer de tudo um pouco e “diminuir” (não eliminar) as frituras, gorduras, massas e doces.
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O que são Carboidratos

Os carboidratos são conhecidos também como glicídeos ou hidratos de carbono e têm a função primordial de fornecer energia. Carboidrato é o termo genérico que se refere aos açúcares. Fazem parte a sacarose, que é o açúcar de mesa; a frutose, que é o açúcar das frutas; a glicose, que é o açúcar encontrado no sangue; os amidos, encontrados na batata, massas, pães, etc. No processo digestivo, os carboidratos ingeridos se transformam em glicose no sangue. A glicose é conhecida como glicemia. A glicose é armazenada no músculo, no fígado e no tecido adiposo, neste ultimo, sob a forma de gordura. A glicose é o único tipo de carboidrato que o músculo pode transformar em energia e armazenar como glicogênio muscular. O açúcar desempenha diversos papéis em nosso corpo, sendo o mais importante a nutrição das células do sistema nervoso central e o organismo se utiliza de todos os artifícios para manter estas células alimentadas pois o suprimento de glicose não pode parar. Alguns atletas podem sentir tonturas após os exercícios e isto pode estar associado à reduzida taxa de glicemia. O músculo possui uma reserva de carboidrato estocado que permite o pronto emprego durante um certo período. Mas havendo diminuição de glicogênio, há aumento do consumo de aminoácidos pelo organismo, para manter a glicemia. Com a diminuição de carboidratos da dieta, o organismo passa a usar as proteínas para produção de energia, principalmente às custas da massa muscular; isto é, o atleta ou desportista que se exercita mal alimentado está comprometendo sua musculatura. A ingestão adequada de carboidrato previne o uso da proteína tecidual.

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O que são Bloqueadores de Gordura

Bloqueadores de gordura, também conhecidos como queimadores de gordura, são compostos que inibem a absorção de gordura pelo organismo. Sua eficácia torna eles um excelente método redutor de gordura.

Antes de mais nada, é preciso reafirmar que estes compostos não são queimadores de gordura. Nada é queimado ao se ingerir bloqueadores de gordura. Sua atuação está na inibição da absorção de gordura pelo corpo humano. Com a não-absorção, e com a utilização de uma dieta saudável, perde-se peso.

Esta é a forma de atuação do bloqueadores de gordura!

Dentre os bloqueadores de gordura mais famosos, está a quitosana, uma fibra natural não calórica, extraída de crustáveos (lagosta, camarão etc.). Existem diversos produtos no mercado à base de quitosana, tais como o Fybersan Plus e o Tak 500.

Obs.: um dos produtos para emagrecer mais comentados ultimamente é o emagrecedor Magrins. Este produto não contém quitosana em sua composição.

Como vimos, como método redutor de gordura, um bloqueador de gordura age inibindo a absorção de gordura não são “queimadores de gordura” no sentido literal. Existem diversas alternativas seguras e saudáveis no mercado para emagrecer utilizando este tipo de composto redutor de gordura.

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Gordura que faz bem

Engana-se quem pensa que todo tipo de gordura causa malefícios ao organismo. Entre a equipe do bem, os destaques vão para as gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas.

Monoinsaturadas
São líquidas em temperatura ambiente, mas iniciam a solidificação quando levadas à geladeira. Um bom exemplo de gordura monoinsaturada são os molhos à base de azeite.

Além de fornecer energia ao corpo, esse tipo de gordura conta com mais uma vantagem: ajuda a diminuir o LDL, o colesterol ruim. Para aproveitar os benefícios das gorduras monoinsaturadas, recorra ao óleo de canola e de soja, azeite de oliva, abacate, castanhas e amêndoas. Mas não exagere na dose. Eles realmente não causam tantos malefícios ao coração. Mas, em contrapartida, são bastante calóricos e podem pôr o seu regime a perder.

Poliinsaturadas
Assim como as monoinsaturadas, esse tipo de gordura ajuda a diminuir o colesterol ruim. Por outro lado, se consumidas mais do que o indicado, podem fazer os níveis de HDL (o bom colesterol) diminuírem.

Conte com elas também para ficar longe dos coágulos nas artérias. A ajuda acontece porque a gordura diminui a agregação das plaquetas. Elas são encontradas nos peixes de água fria e nos óleos de soja, milho e girassol. Somando sua ingestão com as monoinsaturadas, as gorduras não devem ultrapassar os 20% do total de calorias diárias

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