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Saiba Como Evitar a Caspa
Livrar-se da caspa e da dermatite seborréica é bem mais simples do que parece. Você só precisa conhecer, saber como tratar e usar shampoos que garantam proteção e suavidade, produtos que realmente você confie.
O que é a Caspa?
É uma das manifestações leves da dermatite seborréica.
A caspa pode ser identificada pela descamação do couro cabeludo, escamas brancas ou amarelas, coceira e vermelhidão.
A caspa provoca uma série de inconvenientes, principalmente em relação à beleza dos cabelos. Estima-se que grande parte da população tenha problemas com caspa.
Origem
Nos adultos a afecção acomete homens e mulheres, com predomínio do sexo masculino na faixa etária entre 18 e 40 anos. Em recém-nascidos, costuma apresentar-se como “casquinhas” no couro cabeludo (crósteas lácteas).
Regiões mais acometidas
Face, couro cabeludo, orelhas, axilas e região mediana do tórax.
Agente causador
No nosso couro cabeludo, existe um número normal de fungos e bactérias que convivem bem sem causar problemas; são chamados de flora normal e podem ser encontrados em diversas regiões do corpo. Dentre estes está o fungo pityrosporum ovale, que quando presente em grande quantidade causa caspa e dermatite seborréica.
Várias causas contribuem para o aparecimento ou piora da caspa: clima, fadiga, transpiração, umidade, alterações hormonais, doenças graves, hereditariedade e estresse.
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Tudo sobre Beleza
Enxaguante bucal favorece câncer de boca
O uso de enxaguatórios bucais no Brasil cresceu 2.277% de 1992 a 2007, mostra um levantamento realizado pelo cirurgião-dentista Marco Antônio Manfredini, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), baseado em informações da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos. De 2002 a 2007, o aumento foi de 190%.
Para Manfredini, o incentivo ao consumo indiscriminado de enxaguatórios deve ser criticado. “Observamos um grande investimento na indução ao uso do produto. E é importante dizer que, ao contrário da pasta, da escova e do fio dental, o colutório não tem indicação universal. É preciso concentrar a utilização para casos específicos.”
Além de não ser essencial à saúde oral, o uso frequente de enxaguatórios bucais com álcool aumenta os riscos de câncer de boca e da faringe.
Uma revisão científica publicada no fim de 2008 na revista da Academia Dental Australiana compilou estudos do mundo todo que encontraram essa relação.
De acordo com os pesquisadores, há evidências suficientes para aceitar a ideia de que enxaguatórios bucais com álcool contribuem para aumentar a taxa de câncer oral.
Grande parte dos produtos comercializados no Brasil contém álcool. Um estudo brasileiro realizado com 309 pacientes e publicado no ano passado na “Revista de Saúde Pública” também encontrou a mesma associação.
“Algumas marcas chegam a ter 26% de álcool, e há pessoas que usam todos os dias. Hoje existem produtos no mercado sem álcool, que devem ser os escolhidos”, diz o oncologista Luiz Paulo Kowalski, diretor do Departamento de Cirurgia de Cabeça e Pescoço do Hospital A. C. Camargo e um dos autores do trabalho.
De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), fabricantes são obrigados a informar na embalagem a presença de álcool na composição.
O álcool presente nos enxaguantes contribui para o aumento das taxas de câncer oral de forma similar às bebidas alcoólicas –e sabe-se que o álcool é o segundo fator de risco para a doença, depois do tabagismo, aumentando de cinco a nove vezes os riscos.
“Brinco que a pessoa bebe sem usufruir da parte boa da bebida. O produto tem álcool não porque é um antisséptico, mas porque é um veículo muito eficiente, industrialmente conveniente e muito barato. Por isso as versões sem álcool tendem a ser mais caras”, explica o dentista Alberto Consolaro, professor de patologia da Faculdade de Odontologia de Bauru da USP.
O álcool não é um agente causador de câncer isoladamente, mas uma enzima do organismo o transforma em acetaldeído, substância que pode alterar as células da boca e causar tumores na região.
“O problema é usar diariamente o produto, pois o dano constante não dá tempo de as células se repararem. O uso de enxaguatórios bucais [com álcool] precisa ser mais estudado, mas é algo parecido com o que ocorre com o cigarro: quanto mais exposição, maior o risco”, diz Kowalski.
Por isso, dentistas recomendam o uso do produto sem álcool, seja manipulado, seja de marca.
“O produto é um bom auxiliar na limpeza da boca, mas não deve conter álcool. As pessoas acham que um enxágue que queima a boca é melhor, mas produto bom não precisa dar essa sensação. A substância antisséptica não é o álcool”, diz Consolaro.
Indicações
Dentistas recomendam o uso de enxaguatórios após cirurgias, raspagem de dente, casos de alta incidência de cárie, doenças da gengiva e para pessoas que não têm coordenação motora para realizar uma boa escovação.
Para o restante da população, o uso é opcional, apesar de boa parte da publicidade desse tipo de produto sugerir que ele combate mau hálito.
“Do ponto de vista da higiene bucal, não é necessário. Quem tem boa higiene bucal geralmente não tem halitose –e, se tiver, não será o enxaguatório que vai resolver o problema”, afirma Manfredini.
Especialistas ouvidos pela Folha criticam a falta de controle desse tipo de produto por parte da vigilância sanitária. Os enxaguatórios são registrados como cosméticos na Anvisa, e fabricantes de produtos que não contêm flúor, ação antiplaca nem antisséptica não são obrigados a registrá-los –somente notificá-los à agência.
Com informações da Folha Online.
Higiene íntima na praia
Durante o verão é preciso aumentar os cuidados com a higiene íntima na praia. Assista ao vídeo e veja como Read the rest of this entry »
Mau hálito (Halitose)
Saúde Bucal – Combata o Mau Hálito
O que é halitose Mau hálito?

Halitose significa “mau hálito”, um problema que muitas pessoas enfrentam eventualmente. Calcula-se que aproximadamente 40% da população sofre ou sofrerá de halitose crônica em alguma época de sua vida.
Muitas são as causas deste mal, incluindo:
- Higiene bucal inadequada (falta de escovação adequada e falta do uso do fio dental);
- Gengivite
- Ingestão de certos alimentos como, por exemplo, alho ou cebola;
- Tabaco e produtos alcoólicos;
- Boca seca (causada por certos medicamentos, por distúrbios e por menor produção de saliva durante o sono);
- Doenças sistêmicas tais como câncer, diabetes, problemas com o fígado e rins.
Como saber se tenho halitose, Mau hálito?
Uma forma de saber se você tem mau hálito é cobrir sua boca e nariz com a mão, exalar e sentir o hálito. Uma outra forma é perguntar a alguém em quem você confia como está o seu hálito. Mas, não se esqueça de que muitas pessoas têm este problema quando acordam de manhã, como resultado de uma produção menor de saliva durante a noite, o que permite os ácidos e outras substâncias se deteriorarem no interior da boca. Medidas tais como escovar bem os dentes e língua, e usar fio dental antes de dormir e ao se levantar sempre ajudam a eliminar o mau hálito matinal.
Como prevenir a halitose?
Evite alimentos que causam mau hálito e observe o seguinte:
- Escove bem duas vezes ao dia e use fio dental diariamente para remover a placa bacteriana e as partículas de alimento que se acumulam todos os dias. Escovar a língua também ajuda a diminuir o mau hálito.
- Remova a dentadura antes de dormir, limpando-a bem antes de recolocá-la de manhã.
- Visite seu dentista periodicamente para fazer uma revisão e uma limpeza de seus dentes.
Se o seu mau hálito persistir mesmo após uma boa escovação e o uso do fio dental, consulte seu dentista, já que isso pode ser a indicação da existência de um problema mais sério. Só o dentista poderá dizer se você tem gengivite, boca seca ou excesso de placa bacteriana, que são as prováveis causas do mau hálito.
Dicas de Higiene Bucal
Dr. Iara Batista (dentista da Assembleia) no programa Voce + Saudável
Higiene: Lingerie pode ameaçar a saúde íntima da mulher
Escolher a lingerie costuma ser uma festa, mas na hora de cuidar das delicadas roupas íntimas as dúvidas aparecem. Pode lavar no chuveiro? Pode passar amaciante? Precisa passar a ferro? Tratam-se de perguntas bem pertinentes, já que os hábitos podem afetar diretamente a saúde da mulher.
“A lavagem de uma calcinha, por exemplo, quando realizada de forma incorreta, pode causar o aparecimento de fungos e bactérias, o que eleva as chances de infecções vaginais e outros problemas, como corrimentos“, explica a ginecologista Rosa Maria Neme.
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Tudo sobre Beleza
Aprenda Como Evitar o Mau Hálito
Posted by Beleza in Mau Hálito on April 25, 2009
O portador do mau hálito acaba sendo discriminadoem seu próprio grupo social.
Os casos de halitose não podem ser explicados por um único mecanismo. A halitose tem mais de 50 causas que precisam ser bem investigadas e tratadas.
Aproximadamente 90% dos casos têm origem bucal. Uma das causas mais comuns da halitose é a diminuição da quantidade de saliva, favorecendo a formação de uma placa bacteriana esbranquiçada na parte posterior da língua (saburra lingual).
A saburra é formada por restos alimentares e bactérias anaeróbias proteolíticas que se alimentam das células epiteliais descamadas, também presentes na saburra. Neste processo ocorre a liberação de compostos de cheiro desagradável (composto sulfurados voláteis-CSV), produzindo mau hálito.
A halitose se deve a vários possíveis motivos (causas primárias), que podem induzir a formação de saburra por xerostomia (diminuição do fluxo salivar). Se o objetivo é a cura da halitose, a causa primária da cada paciente, individualmente, precisa e deve ser investigada. Tratada a causa primária, a condição secundária (diminuição salivar; saburra lingual e mau hálito) desaparece.
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