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Saiba mais sobre a Hidrolipo

Hidrolipo

O grande objetivo é de diminuir medidas perdendo gordura o mais rápido possível, este é o sonho de muitos brasileiros, aliás, hoje em dia, mais de 70%. Foi pensando nisto que alguns médicos desenvolveram uma técnica menos traumática do que a lipoaspiração convencional, aquela que deixa grandes hematomas, edema e requer um tempo de recuperação.

Pois bem, a técnica tem um nome esquisito, mas é isto mesmo: hidrolipo ou lipoaspiração ultrassônica! Esta é a mais nova técnica divulgada de aspiração de gordura. Na verdade – de acordo com o cirurgião plástico Dr. Jaime Anger – ela é utilizada desde 1991, mas foi só no ano de 2004 que ela foi mais destacada. Dr. Jaime mesmo já a faz desde 1997. Você pode fazer esta lipoaspiração em uma hora, no consultório do seu médico e ir embora para casa. Maravilha não é? Calma, não é bem assim, para isto, é necessário observar e saber de algumas coisinhas importantes.

A “irmã” mais nova da lipoaspiração é feita com um “líquido milagroso” (Ringer Lactato acrescido de lidocaína e adrenalina) que será infiltrado no local; o objetivo é intumescer (encher de líquido) o tecido adiposo. A partir daí, aumentando-se o volume das células adiposas, pode-se ocasionar a destruição das mesmas, facilitando assim a ação das cânulas de lipoaspiração. O tecido adiposo intumescido facilita a passagem das cânulas, facilitando a ação de movimentação do vai-e-vem necessários para “atrair” os tecidos para dentro da cânula sob efeito da sucção. É como se a cânula fosse “soltar” a gordura do tecido para ser aspirada. Segundo Dr. Anger, “aos líquidos injetados podem ser acrescidos anestésicos e substâncias vaso-constritoras, o que auxilia na anestesia local e diminui muito o sangramento, que é o efeito indesejável na lipoaspiração”. Parece complicado não é? Mas fique tranqüilo, isto tudo é feito no consultório mesmo e dificilmente demora mais de uma hora. Só é contra-indicada em pacientes hipercolesterolinêmicos (com colesterol elevado), com distúrbios de coagulação, mulheres grávidas, portadores de doenças crônicas descompensadas (como diabetes e hipertensão, por exemplo) ou que sejam alérgicas à anestesia.

Não pense que, agora com a nova técnica, todos os seus problemas com gorduras estarão resolvidos. O limite de aspiração existe e deve ser respeitado para não causar danos gravíssimos podendo até ocasionar a morte do paciente. Não deixe a idealização da estética perfeita ultrapassar os limites do bom senso. “A quantidade de gordura a ser retirada é variável, mas não pode ultrapassar os 5% do peso corporal; em pessoas de 80 kg, às vezes, 4 kg puros de gordura já é um exagero e pode colocar em risco o paciente”, esclarece Dr. Anger.

Algumas áreas são mais propícias à aspiração, como por exemplo, o joelho e o culote. Alguns cuidados pós-cirúrgicos são necessários, da mesma forma que a lipoaspiração tradicional, como o uso da cinta elástica por pelo menos três semanas e a drenagem linfática. Os resultados dependem da região e da quantidade de gordura, mas em geral é possível eliminar cerca de 6 cm do abdome e até 8 cm dos culotes. Mas lembre-se, é animador, mas não deixe de conversar com um médico capacitado para saber limitações e indicações para o seu caso. Toda cautela é benvinda!

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Tire dez dúvidas sobre cirurgia plástica das pálpebras | Plastica

Saiba tudo sobre cirurgia plástica das pálpebras

Excessos de pele, gordura e flacidez na região das pálpebras conferem ar envelhecido. Quem quer melhorar o visual tem como opção apostar em uma cirurgia plástica, chamada de blefaroplastia. Ficou interessado? Então, confira dez detalhes sobre o procedimento, listados pela cirurgiã plástica Luciana Pepino, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP):

1) A blefaroplastia busca corrigir os excessos de pele, gordura e flacidez muscular. Em alguns casos, pode melhorar o aspecto funcional, além do estético;

2) A cirurgia é simples, feita com anestesia local e sedação prévia. Tem duração de uma hora e o paciente permanece internado de três a seis horas;

3) Não há idade ideal para apostar na blefaroplastia. Pode ser realizada quando houver algum ¿defeito¿ a ser corrigido, independentemente da idade;

4) A pele das pálpebras tem espessura muito fina e, por isso, as cicatrizes tendem a ficar praticamente disfarçadas em seus sulcos. Para chegar a esse resultado, é preciso aguardar o período de maturação das cicatrizes, que leva três meses. É possível que sejam disfarçadas desde os primeiros dias com uma maquiagem leve;

5) O paciente geralmente não sente dor após a cirurgia. Mesmo que apresente sensibilidade maior ou pequenos surtos de dor, os problemas podem ser eliminados com o uso de analgésicos comuns indicados pelo médico;

6) Algumas pessoas, já no quarto ou quinto dia após a intervenção, apresentam aspecto bastante natural quando o assunto em questão é edema (inchaço). Outros o atingem depois do oitavo dia. Óculos escuros são bastante úteis nessa fase, assim como o de compressas frias que ajudam a diminuir a intensidade do edema. Somente após o terceiro mês é que se pode dizer que o edema residual é discreto e não compromete o resultado final;

7) Manchas roxas podem aparecer em alguns pacientes, mas isso não implica problemas futuros. As manchas nada mais são do que a infiltração do sangue abaixo da pele por conta do trauma cirúrgico;

8) Após o primeiro mês, já se pode observar o resultado definitivo da cirurgia. Entretanto, logo depois do oitavo dia, se tem aproximadamente 30% do resultado esperado;

9) As recomendações para o pré-operatório são comparecer ao local da cirurgia no horário marcado, comunicar qualquer anormalidade em seu estado geral até a véspera, não fazer maquiagem no dia da internação, levar óculos escuros e, se a internação for no mesmo dia da cirurgia, ir em jejum de oito horas (inclusive de água);

10) Os pedidos médicos do pós-operatório são aplicar compressas com soro gelado várias vezes nos dois primeiros dias, colocar óculos escuros ao se expor ao sol, evitar sol principalmente enquanto estiver com manchas roxas, voltar ao consultório para revisão nos dias estipulados, não traumatizar nem coçar os olhos, retomar as atividades normais após três dias.

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Ração humana Emagrece

Ração humana

Além de controlar o funcionamento do Intestino, a Ração Humana Emagrece.

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Aprenda Cuidados Com Manchas na Pele

Sinais que mudam de cor e forma merecem atenção, pois podem se transformar em câncer

Rio – Mesmo nos dias mais frios, os raios solares estão tão presentes quanto no alto verão e ainda podem causar sérios danos à saúde da pele. A exposição ao sol provoca, além do envelhecimento precoce, o aparecimento de indesejáveis e por vezes perigosas pintas na pele.

Segundo a dermatologista Marli Maria de Carvalho, o tipo ultravioleta B (uvB) é o raio de sol que, quando atinge a pele, pode causar as manchinhas e consequentemente, o melanoma (câncer de pele). Por isso, ela aconselha: “mesmo no inverno deve-se evitar o sol através do uso de chapéus e, sobretudo, do protetor solar a partir do fator 30”.

Há pessoas que têm uma tendência maior a desenvolver sinais. As de pele clara, como a atriz Sofia Portto, a Malu Leitão da novela ‘Tempos Modernos’, e as com antecedentes de câncer de pele na família são mais propensas ao aparecimento de pintas. “Não me importava com a proteção da pele até perceber pequenas pintinhas amarronzadas em meu rosto”, afirma a atriz.

Nem toda pinta precisa ser retirada. A Drª Marli explica: “Se ela tem uma aspecto bom, regular e não cresce, basta fazer um acompanhamento dermatológico. E se houver a suspeita de que a pinta é um melanoma, o médico poderá retirá-la para biópsia”.
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Saiba mais sobre Colesterol e Triglicérides

O médico endocrinologista Dr. Luciano Sanches fala sobre Colesterol e Triglicérides para o programa Você Mais Saudável, da TV Assembleia

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Bom sono para o seu filho

Conhece o ditado “se eu não durmo, ninguém dorme”? É perfeito para os lares onde os bebês choram a noite toda e não deixam ninguém descansar. Além do estresse físico e mental para os pais, o desenvolvimento da criança fica prejudicado se ela dorme menos que o necessário. É durante o sono que as memórias recentes e tudo que foi aprendido é assimilado pelo cérebro. Ou seja, quem dorme pouco aprende menos. O metabolismo também fica alterado quando a criança não dorme tanto quanto deveria. Ela sente mais fome e queima menos calorias. Quem deve ajudar seu filho a dormir bem é você. Mas, para que não se sinta sozinha nessa missão, a gente dá uma mãozinha.

Estabeleça uma rotina

Para dormir bem, a criança precisa ter horários certos para acordar, comer, descansar, etc. Antes das 16 horas, deixe que ela durma por uma hora. Faça então o lanche da tarde, brinque, dê banho e sirva o jantar. Às 20h30, você pode colocá-la para dormir. À noite, evite atividades agitadas, porque aí o sono desaparece.

Atenção ao horário

Crianças que dormem por volta das 20 horas têm a qualidade do sono melhor e acordam menos vezes durante a noite.

Pijamas confortáveis

Prefira os macacões com botões, que são mais fáceis para trocar a fralda à noite sem correr o risco de acordar a criança. O pijama deve ser quente, porque crianças pequenas se descobrem facilmente. Quanto mais folgada e simples for a roupa, melhor. Escolha um tamanho maior, já que os justos podem ser desconfortáveis para relaxar. Os modelos com gola estilo camisa também podem incomodar. Lave-os pelo menos uma vez por semana. Para bebês de até 1 ano, lave a cada dois dias, pois transpiram mais.

Na sua cama, não!

Se o seu filho vira e mexe aparece na sua cama, a dica é ler um livro antes de ele dormir. Sua presença vai transmitir segurança e as histórias vão embalar os sonhos dele. Espere alguns minutos e vá para o seu quarto. Se ele vier atrás, leve-o de volta. Veja também se ele não tem medo de ficar ou acordar sozinho. Para resolver esse problema, basta colocar um ponto de luz azul no quarto. Vai tranquilizá-lo.

Adeus à televisão

O ideal é que ela não esteja no quarto do seu filho. Os estímulos visuais e sonoros que ela emite afugentam o sono da criança, além de causar agitação noturna e pesadelos. Mas, se não tiver jeito de tirá-la de lá, estabeleça dias e horários para o uso, de manhã ou à tarde.

Nada de videogame

Cores muito fortes, como vermelha e laranja, monstros e bichos que se transformam, além de músicas agitadas. Você conseguiria dormir depois de tudo isso? Para a criança é ainda mais difícil. Seu filho vai demorar para relaxar. Estudos já mostraram que a combinação de excesso de cor com histórias de disputa e suspense pode aumentar o nível de adrenalina na criança e deixá-la ansiosa.

Barulho atrapalha

Como nem sempre é possível que o quarto da criança fique longe da sala, onde se concentram os aparelhos eletrônicos, procure abaixar o som da tevê ou do rádio, ou então desligue-os até que seu filho durma.

Companheiro de soneca

O objeto de transição, aquele que seu filho carrega para todos os lugares, é um grande aliado. Pode ser um urso, uma fralda, etc. Ele representa conforto e segurança e vai ser a companhia na hora de dormir também. Com o tempo, por volta dos 5 anos, a criança vai se sentir segura e abandonar o boneco naturalmente.

Leitura ajuda

Além de ser um momento só seu com a criança, os livros embalam o sono. Se seu filho gosta de histórias longas, combine que você vai ler um capítulo por noite.

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Delícia que vem do leite

Nas prateleiras e nos refrigeradores do supermercado é possível encontrar inúmeros tipos de queijo à disposição: mussarela, provolone, requeijão, parmesão… Fonte de proteínas e sais minerais, é um alimento saudável e muito versátil. Não é à toa que está presente em quase todas as refeições, do queijo branco com torrada no café da manhã à mussarela das pizzas do fim de semana. Mas esses são os usos que todo mundo conhece. Você pode inovar e criar pratos, basta usar a imaginação.

O queijo-de-minas frescal, por exemplo, fica muito bom se for picado e misturado a saladas como a de rúcula com manga e a de alface, tomate e cebola. Na sobremesa, em vez do tradicional romeu e julieta, experimente a combinação de queijo prato com damasco (ou a geleia da fruta). É de dar água na boca. Para petiscar, o provolone em cubinhos temperado com azeite e orégano agrada sempre.

O parmesão ralado – que dá um toque especial às massas e aos risotos toda vez que é adicionado a essas receitas – fica ótimo também por cima de saladas ou mesmo cortado em cubos e servido como aperitivo. De preferência, acompanhado de um bom vinho.

Para quem está controlando o peso, queijos com pouca gordura, como a ricota, são mais aconselháveis. Faça uma “cestinha” com meio tomate sem miolo e coloque dentro uma colher de sopa cheia de ricota temperada com azeite, cheiroverde, sal e manjericão. Asse em forno preaquecido por cerca de 30 minutos ou até que o tomate comece a murchar. Fica uma delícia e pode ser consumido sem culpa. Viu só como não faltam opções? Use a criatividade e invente a sua.

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Cabelos em queda

Não são só as folhas que caem no outono. Seus cabelos também. E, segundo o dermatologista especialista em tricologia (medicina capilar) Ademir Jr., esse processo é normal. “Está relacionado às mudanças climáticas entre as estações, que acabam por modificar o ciclo dos cabelos e, em alguns casos, causam queda capilar nesta época do ano.”

De acordo com ele, não há como prevenir essa queda mais acentuada durante a estação. “Esse processo depende de fatores climáticos que interferem em nosso ritmo de produção e secreção de hormônios e também na forma como nossos folículos pilosos (estruturas que dão origem aos pelos) se comportam. Por isso, não há como impedi-lo”, explica. Passado o outono, a queda deve voltar ao normal. “Uma mulher perde de 50 a 120 fios por dia, desde que ocorra a reposição capilar, ou seja, que nasçam novos fios”, alerta Ademir Jr. “A perda de cabelo passa a ser motivo de preocupação quando começa a incomodar e provocar diminuição de volume nos cabelos ou falha no couro cabeludo”, acrescenta.

O especialista lembra que a queda capilar não se limita a fatores genéticos ou a quadros de estresse. Pode significar problemas de saúde como deficiência de ferro, desnutrição, males na tireóide, sífilis e até mesmo câncer.

Por isso, é preciso procurar um dermatologista rapidamente caso a queda seja maior que a usual. “Uma pesquisa apurada do médico poderá ajudar, e muito, na descoberta dessas possíveis causas no sentido de eliminálas e fazer com que a paciente possa evoluir com melhora do quadro.”

Segundo Ademir Jr., mesmo os casos de calvície podem ser revertidos. “Desde que não tenha havido destruição dos folículos (estruturas que dão origem aos pelos) ou atrofia completa deles (ou seja, deixaram de funcionar), a recuperação é possível”, garante. “Ela torna-se mais fácil em casos de quedas por estresses físicos ou psíquicos”, diz Ademir Jr. “Quedas hormonais, provocadas por doenças ou com alterações na saúde do couro cabeludo são mais difíceis de recuperar.

É por isso que todo médico que trata de cabelos insiste que, quanto antes o problema for tratado, melhor será para a paciente.”

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Vacina H1n1

Especialistas esclarecem boatos sobre vacina contra a gripe A

Quando o vírus da gripe A surgiu no ano passado, muitos boatos apareceram junto com ele. Agora, os rumores chegam por e-mail e dizem respeito à vacinação, por enquanto aplicada em profissionais da saúde e indígenas.

Uma mensagem anônima que circula na internet desde a semana passada assusta e põe em dúvida a população, mas especialistas garantem que a vacina é segura. A mensagem eletrônica afirma que o medicamento possui substâncias capazes de provocar de autismo entre crianças a problemas no sistema imunológico humano.

Além disso, o e-mail sugere uma armação entre autoridades de saúde e fabricantes da vacina para ter lucro com a aplicação, feita gratuitamente pelo governo em determinados grupos.

Irresponsabilidade

Cansada de mensagens do tipo, a vice-presidente nacional da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), Isabella Ballalai, classificou o alerta como “irresponsável”. Ela disse que as
vacinas já foram usadas nos Estados Unidos e na Europa com êxito.
Segundo Isabella, não houve registro de mortes nem de efeitos colaterais graves até agora.

Especialistas na área acham que é natural as pessoas terem dúvidas diante do excesso de críticas ao medicamento recebidas pela rede mundial de computadores, mas ressaltam que não há perigo.

A médica Susana Dalcastagne, e as enfermeiras Priscila Tramontina e Renata Machado não pensaram duas vezes antes de receber a dose. Por falta de tempo não vacinaram-se no primeiro dia, mas no segundo. Elas garantem que não se sentem diferentes e que não tiveram nem reação no local da aplicação.

Indígenas não apresentaram efeitos colaterais

Na população indígena, das 9,3 mil pessoas que serão vacinadas no Estado, metade já havia tomado a dose na semana passada. Não há notificação referente a problemas em consequência da vacina, de acordo com a responsável pela imunização da Funasa, Janete Ambrósio.

A
última avaliação realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em
dezembro de 2009, registrou que os efeitos provocados pela vacina são reações leves, como dor local, febre baixa e dores musculares, que passam em torno de 48 horas.

— Penso que a polêmica começou em função do uso de substâncias na vacina como o timerosal, que é um derivado do mercúrio. Na França, desde o ano 2000, a Agência Francesa de Medicamento recomenda que ela não seja usada, mas há permissão da OMS por causa da pandemia. Tanto os governos quanto as indústrias se anteciparam para fazer a vacina contra um vírus que não é perigoso como se imaginava — comenta a doutora em microbiologia, Andréa de Lima Pimenta.

Especialistas tiram dúvidas1. A vacina H1N1 contém mercúrio — a segunda substância mais perigosa do planeta depois do urânio. O veneno de uma cascavel é menos perigoso que o mercúrio. A substância em outras vacinas está ligada à epidemia de autismo entre
crianças.

O que dizem os especialistas: há um
derivado do mercúrio na vacina, o timerosal, usado para conservar o medicamento. Como a quantidade é pequena, não há registros de danos ao corpo. O Ministério da Saúde recomenda que pessoas alérgicas à substância consultem um médico. Pesquisas recentes não confirmam associação entre a substância e o autismo.

2. Ela contém esqualeno, uma substância que quando injetada no corpo pode fazer o sistema imunológico humano voltar-se contra si mesmo!

Especialistas: assim como o derivado de mercúrio, o esqualeno é um componente comum em vacinas. Segundo o Ministério da Saúde, ele é um complemento alimentar retirado do fígado do tubarão e não oferece risco para o sistema imunológico.

3. Ela contém células de câncer de animal que pode provocar câncer nas pessoas!Especialistas: não há esse tipo de células na vacina. Usou-se
células animais em vacinas que estão saindo do mercado, como a antirrábica, mas sem nenhuma relação
com câncer.

4. O governo federal não está confiante quanto à segurança da vacina H1N1, é por isso que foi dada às indústrias farmacêuticas imunidade contra ações judiciais. Isto significa que se seu filho ou esposa ficar inválido ou morrer por causa da vacina H1N1, você não poderá processar a indústria farmacêutica que fez a vacina.

Especialistas: quando há dúvida sobre uma medicação, ela não é liberada. O Ministério da Saúde não assinou nenhum termo de imunidade judicial com empresas. Elas são responsáveis pelos produtos que fabricam.

5. A entrada no mercado da vacina foi acelerada, o que significa que todos os efeitos colaterais a médio e longo prazo não são conhecidos.

Especialistas: a entrada foi acelerada, mas isso não quer dizer que a vacina não seja segura. A medicação é semelhante à usada na prevenção da gripe
comum. A principal diferença é que o vírus morto usado é o do H1N1.

6.
Em 1976 o instituto médico afirmou que havia uma situação crítica relativa à gripe suína. As pessoas começaram a morrer ou ficaram inválidas após tomarem a vacina contra a gripe suína.

Especialistas: na ocasião, houve casos de gripe A entre recrutas americanos. Eles tomaram a vacina e, em alguns casos, houve complicações, interrompendo a campanha. O que se ressalta é que a vacina de hoje não é a mesma e não tem registros de problemas até agora.

7. As estatísticas e os fatos estão sendo manipulados para provocar pânico! O número de pessoas que supostamente estão com o H1N1 são somente estimativas, não números reais. Os testes usados para o H1N1 não são aprovados pela FDA (Agência de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos), e esses testes não são confiáveis.

Especialistas: ao contrário, médicos e outros profissionais da saúde tentam amenizar o medo da população,
ressaltando que a gripe A é apenas uma variação da gripe comum.


8.
De acordo com as declarações dos Centros de Controle de Doenças, Agência de Drogas e Alimentos e da Organização Mundial da Saúde (OMS), o H1N1 é uma doença moderada da qual muitas pessoas se recuperam em uma semana sem medicação.

Especialistas: a maioria das pessoas que adoecem realmente se recuperam bem. A vacinação tenta impedir que os grupos considerados de risco, como as gestantes, tenham prejuízos à saúde, como ocorreu no inverno passado.

Fontes: Ministério da Saúde, infectologista Gustavo de Araújo Pinto e a doutora em microbiologia Andréa de Lima Pimenta.

FIQUE DE OLHO NO CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
Gestantes – (22 de março a 21 de maio)
Crianças de seis meses a dois anos – (1ª dose – 22 de março a 2 de abril)
Crianças com doenças crônicas de seis meses
a oito anos – (1ª dose – 22 de março a 2 de abril)
Doentes crônicos – (22 de março a 2 de abril)
População de 20 a 29 anos (5 de abril a 23 de abril)
Adultos de 30 a 39 anos
(10 de maio a 21 de maio)
Acima de 60 anos ou mais com doenças crônicas
(24 de abril a 7 de maio)

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Clínicas particulares terão vacina contra a gripe suína na semana que vem

A vacina contra a gripe suína começa a chegar a clinicas particulares na semana que vem, segundo o laboratório Solvay Pharma, fabricante que pertence à Abbott e é o único que já conseguiu aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para disponibilizar sua vacina na rede privada.

O preço médio será de R$ 80, segundo clínicas ouvidas pela Folha que já programam para iniciar as aplicações na próxima semana. É o caso da Vaccin, da Clínica Faster e da Pró Vacina, todas de São Paulo. Não há um dia exato para o início.

A vacina é diferente da usada pelo Ministério da Saúde na campanha nacional. A dose adotada pelo governo é a monovalente –protege apenas contra a gripe suína. Já as clínicas terão doses trivalentes, que imunizam também contra dois vírus da gripe comum.

Essa proteção mais abrangente é uma das vantagens da vacina tríplice apontada por Novartis e Sanofi, que esperam autorização da Anvisa para também vender seus produtos.
Esses fabricantes afirmam ainda que a OMS (Organização Mundial da Saúde) recomenda a vacina contra as três gripes.
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